Posto de Vígilia 181. Para onde vamos após a morte. Parte 3. Por Alonso Valdi Regis!

PARA  ONDE  VAMOS  DEPOIS DA  MORTE? (3) – Vamos, finalmente, fazer a revelação que certamente vai surpreender a muita gente, como eu mesmo fui surpreendido. É para onde vamos depois da morte. Onde busquei essa resposta? Além de inúmeras leituras, também conversei com vários amigos (quatro pra ser sincero), que têm a capacidade hiperfísica de “operar em estado jinas”, usando uma expressão gnóstica, mas citada na Bíblia, quando lemos “durante o sono me comunicarei com meus servos”, condição que hoje é estudada até em cursos especializados. Então, vamos resumir: quando adormecemos, nosso “corpo astral” deixa o corpo físico e se já obtém nessa condição o “estado de consciência”, como ensina a parapsicologia, então podemos trabalhar, viajar, conversar e até gravar textos e desenhos, que são recuperados quando acordamos. Essas pessoas com quem conversei e obtive essas informações, me contaram que, ao dormirem, passam a atender espíritos de pessoas que morreram, geralmente em estado violento e jazem presos aos corpos ou ambientes onde perderam a vida. E para isso, são recolhidos e levados para abrigos construídos sempre perto do local onde viveram, ficando aí em estado de sono até despertarem já, de certo modo, esquecidos da vida que viveram, integrando-se, após preparo especial, aos afazeres comuns de uma comunidade, antes de voltarem a uma nova existência. Sei que essa informação pega a todos de surpresa, porém lendo atentamente a literatura antiga, vemos que esse é o processo normal e universal, partindo-se de uma famosa definição de que “céu e inferno são estados de consciência” em que mergulham aqueles que fizeram o bem ou o mal. Como já escrevi nesses artigos, nosso corpo se compõe de SETE níveis de frequências (físico, etérico, emocional ou astral, mental e mais três superiores). Na morte, apenas perdemos a primeira e segunda faixas, as quais são recuperadas em uma próxima vida, porém com os demais corpos (faixas)  e suas experiências já conquistadas. Daí nascerem crianças nos mais diversos estágios de inteligência e conhecimento, como sabemos. Essas informações são obtidas, hoje, através daqueles que trabalham nessa área e também em vasta literatura  sobre regressões hipnóticas. Aqui no Brasil é bem conhecida a famosa cidade “Nosso Lar”, que teve início quando os portugueses chegaram ao Brasil e começaram a morrer por aqui e a “cidade astral” também foi construída para recebê-los, pois apenas ocas indígenas havia por aqui. Obs.: Esse “estágio” pós-morte aqui na Terra não é definitivo, mas existe só até que o espírito atinja um nível elevado e assim emigre para mundos superiores.

                Alonso Valdi Regis

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