Posto de Vigília 169: No Universo da Criação. Por Alonso Valdi Regis!

NO UNIVERSO DA CRIAÇÃO há milagres à frente dos nossos olhos, mas invisíveis por falta de tempo para observá-los, no incrível corre-corre em busca da sobrevivência. Mas tiremos, hoje, cinco minutinhos para observar alguns desses invisiveis milagres que nos esperam para adorá-los (porque eles são a manifestação fisica do Deus invisível). Um desses milagres é a Luz do Sol – Eu Sou a Luz do Mundo – luz que nos dá a Energia da Vida… Como não a vemos com nossos olhos fechados, essa Luz se abriga no Ar, na Água e nos alimentos e de lá, ao ingeri-los captamos a pequena reserva que nos transmite a Vida. Eis um outro milagre: Qual a sabedoria humana que poderia tirar do solo bruto, finíssimas e delicadas massas, alvíssimas como neve, saborosas de gosto e perfumadas ao olfato, delícias captadas por rústicas plantinhas que nascem no fundo do nosso quintal? Ah, se pudéssemos ver e meditar sobre o nosso universo visível construído apenas com 92 minúsculas partículas chamadas átomos e moléculas… Ah se pudéssemos ver tudo o que existe no universo, construído apenas com esses tijolinhos de nomes estranhos, do hidrogênio ao urãnio, assim como um prédio é construído por pequenos blocos e tijolos unidos em argamassa… E como e quem é que lhes dá a forma de um morango, de um meigo “pet”, de uma nuvem ou de uma galáxia? Sim, amigos, a fôrma, o molde que sustenta a forma – seja de um feto que cresce ou de uma laranja que amadurece – esse sustentáculo que impede a pulverização dos átomos e a volta ao caos (pó), essa é a ALMA de tudo – do próprio átomo até as estrelas – (o poderoso “Campo magnético nas pedras e bio-magnético nas coisas vivas (bio), que nos humanos é Alma e nos objetos inanimados é o “espírito das coisas” (na visão antiga), presentes numa dimensão ultra-física, chamada “mundo espiritual”. Sem esse “campo aglutinador” nossos átomos se dissolvem, fato que chamamos “morte”… O antigo “Conhece-te a ti mesmo”, já apregoado no Templo de Delphos, nos pede que conheçamos essas estruturas íntimas do nosso Ser, a fim de sabermos melhor “administrar” o nosso próprio “EU”, e não seguirmos, assim, como cegos guiando cegos, como já foi dito por um Mestre. Nós – Seres humanos – somos um edifício de SETE andares (planos) e vivemos apenas no plano mais denso, mais efêmero, mais mutável e mais frágil. E aqui plantamos o nosso destino, nosso  próprio objetivo de vida.  Ao morrermos, apenas perdemos esse sétimo plano e ainda nos restam seis outros, já estudados de muito tempo pelos hindus e, hoje, “dissecados” pela Escola Gnóstica de Princeton (Ver A Gnose de Princeton) e, portanto, amigos, não estamos no “mundo da lua”, mas sim, aflorando na crista da onda dos tempos aquarianos e que será o nosso bê-a-bá nas escolas do Amanhã. Tenham certeza!

                Alonso Valdi Regis

               Morro do Chapéu (BA) 15.Jan.2019

              alonsovregis@gmail.com

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